a) Acólitos instituídos
Chamam-se acólitos instituídos, aqueles que o bispo duma diocese chamou e fez acólitos. Este chamamento e esta instituição pelo bispo querem dizer que um acólito instituído é convidado a participar muito empenhadamente na celebração da Eucaristia, que é o coração da Igreja, e que o deve fazer sempre que esteja presente e for convidado a fazê-lo pelo responsável da celebração.
Também quer dizer que, dentro da mesma diocese, o acólito instituído pode ser chamado a realizar o seu serviço em qualquer paróquia, desde que o pároco o convide ou lho peça, uma vez que o bispo que o chamou é o bispo de todas as paróquias dessa diocese.
Quem é que pode ser acólito instituído? Só os rapazes que se preparam para isso durante bastante tempo. É o que acontece com os seminaristas, embora também possam ser chamados outros rapazes ou homens que não sejam seminaristas. Este pormenor quer dizer que, um dia, se esse rapaz ou homem vier a ser ordenado padre, deve não só servir bem, como bom acólito que foi, mas também ensinar os mais novos da paróquia onde estiver, a serem bons servidores, ou seja, óptimos acólitos, como o vosso pároco está agora a fazer convosco.
b) Acólitos não instituídos
Os acólitos não instituídos são em muito maior número do que os instituídos. São aqueles que nós conhecemos melhor, porque os vemos todos os domingos a servir na missa, nas nossas paróquias. Eles podem ser rapazes ou raparigas. Quem os chama para serem acólitos é o pároco de cada paróquia e não o bispo da diocese. Esse chamamento é precedido duma preparação. O Curso para Acólitos de que esta lição faz parte, tem por fim ajudar a fazer essa preparação.
Juntamente com o Curso é muito importante praticar o serviço de acólito, procurando fazê-lo cada domingo com maior perfeição e atenção, mas sobretudo com muito espírito de fé. Podemos dizer que Jesus foi o primeiro de todos os acólitos, pois disse um dia estas palavras: Eu estou no meio de vós como quem serve. Ora, o acólito, quer seja instituído quer seja não instituído, é e deve ser cada vez mais um rapaz ou uma rapariga que gostam de servir a Deus e aos seus irmãos na vida, a começar pelos que moram em sua casa e com os que com eles convivem mais de perto, e também na liturgia.
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
O Acólito
A palavra acólito vem do verbo acolitar, que significa acompanhar no caminho. Dado que se pode acompanhar alguém indo à frente, ao lado ou atrás de outras pessoas, acólito é aquele ou aquela que, na celebração da liturgia, precede, vai ao lado ou segue outras pessoas, para as servir e ajudar.
Quem é que o acólito acompanha e serve? Em primeiro lugar acompanha e serve o presidente da celebração da missa, que tanto pode ser o bispo como o presbítero; em segundo lugar acompanha e serve o diácono, o ministro extraordinário da comunhão, ou outras pessoas que precisam de ser ajudadas durante a celebração. Noutras celebrações, acompanha e serve as pessoas responsáveis por essas mesmas celebrações.
Quando é que o acólito começa a ajudar e a servir o presidente da missa? Quando o bispo ou o presbítero, na sacristia, tomam as suas vestes. Já então o acólito deve estar vestido e pronto, para poder ajudar. Depois, acompanha-os na procissão de entrada, indo à frente. Durante a missa, o acólito está sempre atento ao que o bispo ou o presbítero precisam, para lhes apresentar umas vezes o missal, outras vezes as coisas que eles hão-de colocar no altar, ou para os acompanhar quando vão distribuir a comunhão aos fiéis. Por fim, quando o presidente regressa à sacristia, o acólito vai à sua frente e ajuda-o a tirar as vestes e a guardá-las.
Só depois de tudo isso feito é que o acólito pensa em si próprio. No fim de ter ajudado o presidente da celebração, também ele tira a sua túnica e a guarda. Enquanto faz tudo isso, agradece a Jesus por ter estado a servi-lo na pessoa dos seus ministros, e pode lembrar-se daquela palavra do Senhor: "Tudo aquilo que fizestes a um dos meus irmãos, mesmo aos mais pequenos, foi a mim que o fizestes."
Podemos então dizer que o acólito, desde o princípio até ao fim da missa, acompanha, ajuda e serve o próprio Jesus. Ele não o vê com os seus olhos; mas a fé ensina-o. Um verdadeiro acólito vai descobrindo isto cada vez mais. Se um acólito não o descobre, corre o risco de se cansar de ser acólito. Mas se o descobre e acredita nisso, então vai desejar sempre ser escolhido para acólito, em cada missa.
Quem é que o acólito acompanha e serve? Em primeiro lugar acompanha e serve o presidente da celebração da missa, que tanto pode ser o bispo como o presbítero; em segundo lugar acompanha e serve o diácono, o ministro extraordinário da comunhão, ou outras pessoas que precisam de ser ajudadas durante a celebração. Noutras celebrações, acompanha e serve as pessoas responsáveis por essas mesmas celebrações.
Quando é que o acólito começa a ajudar e a servir o presidente da missa? Quando o bispo ou o presbítero, na sacristia, tomam as suas vestes. Já então o acólito deve estar vestido e pronto, para poder ajudar. Depois, acompanha-os na procissão de entrada, indo à frente. Durante a missa, o acólito está sempre atento ao que o bispo ou o presbítero precisam, para lhes apresentar umas vezes o missal, outras vezes as coisas que eles hão-de colocar no altar, ou para os acompanhar quando vão distribuir a comunhão aos fiéis. Por fim, quando o presidente regressa à sacristia, o acólito vai à sua frente e ajuda-o a tirar as vestes e a guardá-las.
Só depois de tudo isso feito é que o acólito pensa em si próprio. No fim de ter ajudado o presidente da celebração, também ele tira a sua túnica e a guarda. Enquanto faz tudo isso, agradece a Jesus por ter estado a servi-lo na pessoa dos seus ministros, e pode lembrar-se daquela palavra do Senhor: "Tudo aquilo que fizestes a um dos meus irmãos, mesmo aos mais pequenos, foi a mim que o fizestes."
Podemos então dizer que o acólito, desde o princípio até ao fim da missa, acompanha, ajuda e serve o próprio Jesus. Ele não o vê com os seus olhos; mas a fé ensina-o. Um verdadeiro acólito vai descobrindo isto cada vez mais. Se um acólito não o descobre, corre o risco de se cansar de ser acólito. Mas se o descobre e acredita nisso, então vai desejar sempre ser escolhido para acólito, em cada missa.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Da Vocação
Vocação... 
A Vocação pode ser explicada de uma forma metafórica :
"Certo dia um jovem rapaz encontrou um mapa perto de uma montanha que ficava perto da pequena cidade que morava , era um mapa antigo porém bem conservado, ele tomou aquele mapa nas mãos e percebeu que o mapa se parecia muito com a representação geográfica do relevo da região, também notou um tracejo pontilhado que ligava o desenho denominado "Casa-Grande" até um "X" desenhado. Lembrou-se, então, da "Velha Casa-Grande", património da cidade e pensou: ¬ Será que esse mapa me revelaria algum tesouro escondido ?
Então pensou muito bem e tomou a decisão de que no outro dia, bem cedo, antes do sol nascer acordaria e iniciaria sua busca pelo tão imaginado tesouro.
No outro dia, meia hora antes do planejado, o jovem se acordou e foi se preparar, sua ânsia era tamanha que ele quase não dormiu na noite anterior. Assim, então, ele seguiu, seu primeiro passo se daria na "Velha Casa-Grande", chegou então ao primeiro ponto lá observou todas as dicas que o mapa apresentava e seguiu correndo, porém sem tirar os olhos do mapa, rumo ao local marcado. Ao chegar lá, ele tomou sua pá nas mãos e começou a cavar o ponto cuidadosamente estudado. E Enquanto cavava, ele ia imaginando qual seria o tesouro, seria por acaso moedas de ouro, ou quem sabe diamantes ou ainda obras de arte antigas; enquanto pensava qual seria o tesouro ele sentiu como se a pá batera em algo sólido, viu então que se tratava de um baú de madeira mas bem trabalhado e com partes de metal que aparentavam ser ouro e prata. Poi-se, então, a pensar novamente: "se o baú é tão belo imagina o que ele guarda então...". Pegou então o baú e percebeu que não tinha chave, mas logo viu que tinha um mapa desenhado em baixo do baú que levava de volta para a Casa-Grande.
Então voltou à "Velha Casa-Grande", encontrou a chave que estava escondida atrás de uma coluna de mármore e finalmente abriu o baú. Mas não havia nada lá, além de um papel. "Não entendo !", disse ele, "de que serve um baú tão belo e esconde-lo tão secretamente se nele só há um papel ?". Resolveu que iria abrir o envelope, aliás era bonito e todo decorado. Abriu, e viu que o papel contido nele era semelhante aos primórdios papiros, era rústico, grosseiro como se fosse feito por mãos humanas mas sem muita preocupação com a beleza externa, nele havia escrito estas palavras :

A Vocação pode ser explicada de uma forma metafórica :
"Certo dia um jovem rapaz encontrou um mapa perto de uma montanha que ficava perto da pequena cidade que morava , era um mapa antigo porém bem conservado, ele tomou aquele mapa nas mãos e percebeu que o mapa se parecia muito com a representação geográfica do relevo da região, também notou um tracejo pontilhado que ligava o desenho denominado "Casa-Grande" até um "X" desenhado. Lembrou-se, então, da "Velha Casa-Grande", património da cidade e pensou: ¬ Será que esse mapa me revelaria algum tesouro escondido ?
Então pensou muito bem e tomou a decisão de que no outro dia, bem cedo, antes do sol nascer acordaria e iniciaria sua busca pelo tão imaginado tesouro.
No outro dia, meia hora antes do planejado, o jovem se acordou e foi se preparar, sua ânsia era tamanha que ele quase não dormiu na noite anterior. Assim, então, ele seguiu, seu primeiro passo se daria na "Velha Casa-Grande", chegou então ao primeiro ponto lá observou todas as dicas que o mapa apresentava e seguiu correndo, porém sem tirar os olhos do mapa, rumo ao local marcado. Ao chegar lá, ele tomou sua pá nas mãos e começou a cavar o ponto cuidadosamente estudado. E Enquanto cavava, ele ia imaginando qual seria o tesouro, seria por acaso moedas de ouro, ou quem sabe diamantes ou ainda obras de arte antigas; enquanto pensava qual seria o tesouro ele sentiu como se a pá batera em algo sólido, viu então que se tratava de um baú de madeira mas bem trabalhado e com partes de metal que aparentavam ser ouro e prata. Poi-se, então, a pensar novamente: "se o baú é tão belo imagina o que ele guarda então...". Pegou então o baú e percebeu que não tinha chave, mas logo viu que tinha um mapa desenhado em baixo do baú que levava de volta para a Casa-Grande.
Então voltou à "Velha Casa-Grande", encontrou a chave que estava escondida atrás de uma coluna de mármore e finalmente abriu o baú. Mas não havia nada lá, além de um papel. "Não entendo !", disse ele, "de que serve um baú tão belo e esconde-lo tão secretamente se nele só há um papel ?". Resolveu que iria abrir o envelope, aliás era bonito e todo decorado. Abriu, e viu que o papel contido nele era semelhante aos primórdios papiros, era rústico, grosseiro como se fosse feito por mãos humanas mas sem muita preocupação com a beleza externa, nele havia escrito estas palavras :
"Mesmo que um homem tenha todas as riquezas, e todo o poder que um ser humano vivente pode ter, ele, nada seria sem o amor, e não há amor maior do que o de Deus e esse amor é transmitido através de duas coisas cujas o demonio não conhece, se não por nome, e as teme que se chamam humildade e Caridade"
Assim é a vocação um tesouro que temos que descobrir, mas nós antes mesmo de procurá-lo imaginamos o que será, se vai ser glorioso, ou doloroso. Mas de uma coisa tenha certeza: você não vai descobrir sua vocação se ficar parado sem tomar uma atitude e procurá-la. Você tem o mapa( A Bíblia), a Casa-Grande( A Igreja), só lhe resta encontrar a pá( Um Grupo de ORAÇÃO) que vai te ajudar a retirar toda a terra que a esconde.
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
As Nuvens do fim da Tarde

"Quando o dia terminava, e a noite despejava seus primeiros tons de sombra, eu me sentei na varanda de casa, puxei meu caderno da escola e lembrei-me de meus amigos: 'como foi bom este ano'. como foi bom ter desfrutado de cada momento com muitos destes, a cada sorriso, a cada boa tarde, a cada vez que sem medo olhei para a garota que sentava ao meu lado e disse, sem medo, e de uma forma fraternal : "Eu te amo !". Ah ! que pena que já concluímos nossos estudos se bem que o que nos fazia voltar para o colégio era simplesmente a nossa AMIZADE.
Que bom Senhor, que bom que tu colocaste em minha vida estas pessoas ! Eu acho engraçado como Deus nos leva a pessoas tão especiais para nós, assim como o vento leva as nuvens no fim da tarde, coloridas e em um movimento lento e constante que parece ate serem eternas como se fossem ficar ali para sempre, mas é preciso apenas alguns minutos para vermos que já se foram as nuvens, que já se foi a tarde, que já se foram os amigos mas não se foi a amizade"
(Robson Nunes)
(dedicado a: Camila Lira, Nickson, Leão,Aline,Isadora,Bianca e Os Indivisíveis, especialmente : Lorena e Jeissy)
Que bom Senhor, que bom que tu colocaste em minha vida estas pessoas ! Eu acho engraçado como Deus nos leva a pessoas tão especiais para nós, assim como o vento leva as nuvens no fim da tarde, coloridas e em um movimento lento e constante que parece ate serem eternas como se fossem ficar ali para sempre, mas é preciso apenas alguns minutos para vermos que já se foram as nuvens, que já se foi a tarde, que já se foram os amigos mas não se foi a amizade"
(Robson Nunes)
(dedicado a: Camila Lira, Nickson, Leão,Aline,Isadora,Bianca e Os Indivisíveis, especialmente : Lorena e Jeissy)
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terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Existem dois tipos de acólitos :
a) Acólitos instituídos
Chamam-se acólitos instituídos, aqueles que o bispo duma diocese chamou e fez acólitos. Este chamamento e esta instituição pelo bispo querem dizer que um acólito instituído é convidado a participar muito empenhadamente na celebração da Eucaristia, que é o coração da Igreja, e que o deve fazer sempre que esteja presente e for convidado a fazê-lo pelo responsável da celebração.
Também quer dizer que, dentro da mesma diocese, o acólito instituído pode ser chamado a realizar o seu serviço em qualquer paróquia, desde que o pároco o convide ou lho peça, uma vez que o bispo que o chamou é o bispo de todas as paróquias dessa diocese.
Quem é que pode ser acólito instituído? Só os rapazes que se preparam para isso durante bastante tempo. É o que acontece com os seminaristas, embora também possam ser chamados outros rapazes ou homens que não sejam seminaristas. Este pormenor quer dizer que, um dia, se esse rapaz ou homem vier a ser ordenado padre, deve não só servir bem, como bom acólito que foi, mas também ensinar os mais novos da paróquia onde estiver, a serem bons servidores, ou seja, óptimos acólitos, como o vosso pároco está agora a fazer convosco.
b) Acólitos não instituídos
Os acólitos não instituídos são em muito maior número do que os instituídos. São aqueles que nós conhecemos melhor, porque os vemos todos os domingos a servir na missa, nas nossas paróquias. Eles podem ser rapazes ou raparigas. Quem os chama para serem acólitos é o pároco de cada paróquia e não o bispo da diocese. Esse chamamento é precedido duma preparação. O Curso para Acólitos de que esta lição faz parte, tem por fim ajudar a fazer essa preparação.
Juntamente com o Curso é muito importante praticar o serviço de acólito, procurando fazê-lo cada domingo com maior perfeição e atenção, mas sobretudo com muito espírito de fé. Podemos dizer que Jesus foi o primeiro de todos os acólitos, pois disse um dia estas palavras: Eu estou no meio de vós como quem serve. Ora, o acólito, quer seja instituído quer seja não instituído, é e deve ser cada vez mais um rapaz ou uma rapariga que gostam de servir a Deus e aos seus irmãos na vida, a começar pelos que moram em sua casa e com os que com eles convivem mais de perto, e também na liturgia.
Chamam-se acólitos instituídos, aqueles que o bispo duma diocese chamou e fez acólitos. Este chamamento e esta instituição pelo bispo querem dizer que um acólito instituído é convidado a participar muito empenhadamente na celebração da Eucaristia, que é o coração da Igreja, e que o deve fazer sempre que esteja presente e for convidado a fazê-lo pelo responsável da celebração.
Também quer dizer que, dentro da mesma diocese, o acólito instituído pode ser chamado a realizar o seu serviço em qualquer paróquia, desde que o pároco o convide ou lho peça, uma vez que o bispo que o chamou é o bispo de todas as paróquias dessa diocese.
Quem é que pode ser acólito instituído? Só os rapazes que se preparam para isso durante bastante tempo. É o que acontece com os seminaristas, embora também possam ser chamados outros rapazes ou homens que não sejam seminaristas. Este pormenor quer dizer que, um dia, se esse rapaz ou homem vier a ser ordenado padre, deve não só servir bem, como bom acólito que foi, mas também ensinar os mais novos da paróquia onde estiver, a serem bons servidores, ou seja, óptimos acólitos, como o vosso pároco está agora a fazer convosco.
b) Acólitos não instituídos
Os acólitos não instituídos são em muito maior número do que os instituídos. São aqueles que nós conhecemos melhor, porque os vemos todos os domingos a servir na missa, nas nossas paróquias. Eles podem ser rapazes ou raparigas. Quem os chama para serem acólitos é o pároco de cada paróquia e não o bispo da diocese. Esse chamamento é precedido duma preparação. O Curso para Acólitos de que esta lição faz parte, tem por fim ajudar a fazer essa preparação.
Juntamente com o Curso é muito importante praticar o serviço de acólito, procurando fazê-lo cada domingo com maior perfeição e atenção, mas sobretudo com muito espírito de fé. Podemos dizer que Jesus foi o primeiro de todos os acólitos, pois disse um dia estas palavras: Eu estou no meio de vós como quem serve. Ora, o acólito, quer seja instituído quer seja não instituído, é e deve ser cada vez mais um rapaz ou uma rapariga que gostam de servir a Deus e aos seus irmãos na vida, a começar pelos que moram em sua casa e com os que com eles convivem mais de perto, e também na liturgia.
O Acólito
A palavra acólito vem do verbo acolitar, que significa acompanhar no caminho. Dado que se pode acompanhar alguém indo à frente, ao lado ou atrás de outras pessoas, acólito é aquele ou aquela que, na celebração da liturgia, precede, vai ao lado ou segue outras pessoas, para as servir e ajudar.
Quem é que o acólito acompanha e serve? Em primeiro lugar acompanha e serve o presidente da celebração da missa, que tanto pode ser o bispo como o presbítero; em segundo lugar acompanha e serve o diácono, o ministro extraordinário da comunhão, ou outras pessoas que precisam de ser ajudadas durante a celebração. Noutras celebrações, acompanha e serve as pessoas responsáveis por essas mesmas celebrações.
Quando é que o acólito começa a ajudar e a servir o presidente da missa? Quando o bispo ou o presbítero, na sacristia, tomam as suas vestes. Já então o acólito deve estar vestido e pronto, para poder ajudar. Depois, acompanha-os na procissão de entrada, indo à frente. Durante a missa, o acólito está sempre atento ao que o bispo ou o presbítero precisam, para lhes apresentar umas vezes o missal, outras vezes as coisas que eles hão-de colocar no altar, ou para os acompanhar quando vão distribuir a comunhão aos fiéis. Por fim, quando o presidente regressa à sacristia, o acólito vai à sua frente e ajuda-o a tirar as vestes e a guardá-las.
Só depois de tudo isso feito é que o acólito pensa em si próprio. No fim de ter ajudado o presidente da celebração, também ele tira a sua túnica e a guarda. Enquanto faz tudo isso, agradece a Jesus por ter estado a servi-lo na pessoa dos seus ministros, e pode lembrar-se daquela palavra do Senhor: "Tudo aquilo que fizestes a um dos meus irmãos, mesmo aos mais pequenos, foi a mim que o fizestes."
Podemos então dizer que o acólito, desde o princípio até ao fim da missa, acompanha, ajuda e serve o próprio Jesus. Ele não o vê com os seus olhos; mas a fé ensina-o. Um verdadeiro acólito vai descobrindo isto cada vez mais. Se um acólito não o descobre, corre o risco de se cansar de ser acólito. Mas se o descobre e acredita nisso, então vai desejar sempre ser escolhido para acólito, em cada missa.
Quem é que o acólito acompanha e serve? Em primeiro lugar acompanha e serve o presidente da celebração da missa, que tanto pode ser o bispo como o presbítero; em segundo lugar acompanha e serve o diácono, o ministro extraordinário da comunhão, ou outras pessoas que precisam de ser ajudadas durante a celebração. Noutras celebrações, acompanha e serve as pessoas responsáveis por essas mesmas celebrações.
Quando é que o acólito começa a ajudar e a servir o presidente da missa? Quando o bispo ou o presbítero, na sacristia, tomam as suas vestes. Já então o acólito deve estar vestido e pronto, para poder ajudar. Depois, acompanha-os na procissão de entrada, indo à frente. Durante a missa, o acólito está sempre atento ao que o bispo ou o presbítero precisam, para lhes apresentar umas vezes o missal, outras vezes as coisas que eles hão-de colocar no altar, ou para os acompanhar quando vão distribuir a comunhão aos fiéis. Por fim, quando o presidente regressa à sacristia, o acólito vai à sua frente e ajuda-o a tirar as vestes e a guardá-las.
Só depois de tudo isso feito é que o acólito pensa em si próprio. No fim de ter ajudado o presidente da celebração, também ele tira a sua túnica e a guarda. Enquanto faz tudo isso, agradece a Jesus por ter estado a servi-lo na pessoa dos seus ministros, e pode lembrar-se daquela palavra do Senhor: "Tudo aquilo que fizestes a um dos meus irmãos, mesmo aos mais pequenos, foi a mim que o fizestes."
Podemos então dizer que o acólito, desde o princípio até ao fim da missa, acompanha, ajuda e serve o próprio Jesus. Ele não o vê com os seus olhos; mas a fé ensina-o. Um verdadeiro acólito vai descobrindo isto cada vez mais. Se um acólito não o descobre, corre o risco de se cansar de ser acólito. Mas se o descobre e acredita nisso, então vai desejar sempre ser escolhido para acólito, em cada missa.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Da Vocação
Vocação... 
A Vocação pode ser explicada de uma forma metafórica :
"Certo dia um jovem rapaz encontrou um mapa perto de uma montanha que ficava perto da pequena cidade que morava , era um mapa antigo porém bem conservado, ele tomou aquele mapa nas mãos e percebeu que o mapa se parecia muito com a representação geográfica do relevo da região, também notou um tracejo pontilhado que ligava o desenho denominado "Casa-Grande" até um "X" desenhado. Lembrou-se, então, da "Velha Casa-Grande", património da cidade e pensou: ¬ Será que esse mapa me revelaria algum tesouro escondido ?
Então pensou muito bem e tomou a decisão de que no outro dia, bem cedo, antes do sol nascer acordaria e iniciaria sua busca pelo tão imaginado tesouro.
No outro dia, meia hora antes do planejado, o jovem se acordou e foi se preparar, sua ânsia era tamanha que ele quase não dormiu na noite anterior. Assim, então, ele seguiu, seu primeiro passo se daria na "Velha Casa-Grande", chegou então ao primeiro ponto lá observou todas as dicas que o mapa apresentava e seguiu correndo, porém sem tirar os olhos do mapa, rumo ao local marcado. Ao chegar lá, ele tomou sua pá nas mãos e começou a cavar o ponto cuidadosamente estudado. E Enquanto cavava, ele ia imaginando qual seria o tesouro, seria por acaso moedas de ouro, ou quem sabe diamantes ou ainda obras de arte antigas; enquanto pensava qual seria o tesouro ele sentiu como se a pá batera em algo sólido, viu então que se tratava de um baú de madeira mas bem trabalhado e com partes de metal que aparentavam ser ouro e prata. Poi-se, então, a pensar novamente: "se o baú é tão belo imagina o que ele guarda então...". Pegou então o baú e percebeu que não tinha chave, mas logo viu que tinha um mapa desenhado em baixo do baú que levava de volta para a Casa-Grande.
Então voltou à "Velha Casa-Grande", encontrou a chave que estava escondida atrás de uma coluna de mármore e finalmente abriu o baú. Mas não havia nada lá, além de um papel. "Não entendo !", disse ele, "de que serve um baú tão belo e esconde-lo tão secretamente se nele só há um papel ?". Resolveu que iria abrir o envelope, aliás era bonito e todo decorado. Abriu, e viu que o papel contido nele era semelhante aos primórdios papiros, era rústico, grosseiro como se fosse feito por mãos humanas mas sem muita preocupação com a beleza externa, nele havia escrito estas palavras :

A Vocação pode ser explicada de uma forma metafórica :
"Certo dia um jovem rapaz encontrou um mapa perto de uma montanha que ficava perto da pequena cidade que morava , era um mapa antigo porém bem conservado, ele tomou aquele mapa nas mãos e percebeu que o mapa se parecia muito com a representação geográfica do relevo da região, também notou um tracejo pontilhado que ligava o desenho denominado "Casa-Grande" até um "X" desenhado. Lembrou-se, então, da "Velha Casa-Grande", património da cidade e pensou: ¬ Será que esse mapa me revelaria algum tesouro escondido ?
Então pensou muito bem e tomou a decisão de que no outro dia, bem cedo, antes do sol nascer acordaria e iniciaria sua busca pelo tão imaginado tesouro.
No outro dia, meia hora antes do planejado, o jovem se acordou e foi se preparar, sua ânsia era tamanha que ele quase não dormiu na noite anterior. Assim, então, ele seguiu, seu primeiro passo se daria na "Velha Casa-Grande", chegou então ao primeiro ponto lá observou todas as dicas que o mapa apresentava e seguiu correndo, porém sem tirar os olhos do mapa, rumo ao local marcado. Ao chegar lá, ele tomou sua pá nas mãos e começou a cavar o ponto cuidadosamente estudado. E Enquanto cavava, ele ia imaginando qual seria o tesouro, seria por acaso moedas de ouro, ou quem sabe diamantes ou ainda obras de arte antigas; enquanto pensava qual seria o tesouro ele sentiu como se a pá batera em algo sólido, viu então que se tratava de um baú de madeira mas bem trabalhado e com partes de metal que aparentavam ser ouro e prata. Poi-se, então, a pensar novamente: "se o baú é tão belo imagina o que ele guarda então...". Pegou então o baú e percebeu que não tinha chave, mas logo viu que tinha um mapa desenhado em baixo do baú que levava de volta para a Casa-Grande.
Então voltou à "Velha Casa-Grande", encontrou a chave que estava escondida atrás de uma coluna de mármore e finalmente abriu o baú. Mas não havia nada lá, além de um papel. "Não entendo !", disse ele, "de que serve um baú tão belo e esconde-lo tão secretamente se nele só há um papel ?". Resolveu que iria abrir o envelope, aliás era bonito e todo decorado. Abriu, e viu que o papel contido nele era semelhante aos primórdios papiros, era rústico, grosseiro como se fosse feito por mãos humanas mas sem muita preocupação com a beleza externa, nele havia escrito estas palavras :
"Mesmo que um homem tenha todas as riquezas, e todo o poder que um ser humano vivente pode ter, ele, nada seria sem o amor, e não há amor maior do que o de Deus e esse amor é transmitido através de duas coisas cujas o demonio não conhece, se não por nome, e as teme que se chamam humildade e Caridade"
Assim é a vocação um tesouro que temos que descobrir, mas nós antes mesmo de procurá-lo imaginamos o que será, se vai ser glorioso, ou doloroso. Mas de uma coisa tenha certeza: você não vai descobrir sua vocação se ficar parado sem tomar uma atitude e procurá-la. Você tem o mapa( A Bíblia), a Casa-Grande( A Igreja), só lhe resta encontrar a pá( Um Grupo de ORAÇÃO) que vai te ajudar a retirar toda a terra que a esconde.
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
As Nuvens do fim da Tarde

"Quando o dia terminava, e a noite despejava seus primeiros tons de sombra, eu me sentei na varanda de casa, puxei meu caderno da escola e lembrei-me de meus amigos: 'como foi bom este ano'. como foi bom ter desfrutado de cada momento com muitos destes, a cada sorriso, a cada boa tarde, a cada vez que sem medo olhei para a garota que sentava ao meu lado e disse, sem medo, e de uma forma fraternal : "Eu te amo !". Ah ! que pena que já concluímos nossos estudos se bem que o que nos fazia voltar para o colégio era simplesmente a nossa AMIZADE.
Que bom Senhor, que bom que tu colocaste em minha vida estas pessoas ! Eu acho engraçado como Deus nos leva a pessoas tão especiais para nós, assim como o vento leva as nuvens no fim da tarde, coloridas e em um movimento lento e constante que parece ate serem eternas como se fossem ficar ali para sempre, mas é preciso apenas alguns minutos para vermos que já se foram as nuvens, que já se foi a tarde, que já se foram os amigos mas não se foi a amizade"
(Robson Nunes)
(dedicado a: Camila Lira, Nickson, Leão,Aline,Isadora,Bianca e Os Indivisíveis, especialmente : Lorena e Jeissy)
Que bom Senhor, que bom que tu colocaste em minha vida estas pessoas ! Eu acho engraçado como Deus nos leva a pessoas tão especiais para nós, assim como o vento leva as nuvens no fim da tarde, coloridas e em um movimento lento e constante que parece ate serem eternas como se fossem ficar ali para sempre, mas é preciso apenas alguns minutos para vermos que já se foram as nuvens, que já se foi a tarde, que já se foram os amigos mas não se foi a amizade"
(Robson Nunes)
(dedicado a: Camila Lira, Nickson, Leão,Aline,Isadora,Bianca e Os Indivisíveis, especialmente : Lorena e Jeissy)
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