A palavra acólito vem do verbo acolitar, que significa acompanhar no caminho. Dado que se pode acompanhar alguém indo à frente, ao lado ou atrás de outras pessoas, acólito é aquele ou aquela que, na celebração da liturgia, precede, vai ao lado ou segue outras pessoas, para as servir e ajudar.
Quem é que o acólito acompanha e serve? Em primeiro lugar acompanha e serve o presidente da celebração da missa, que tanto pode ser o bispo como o presbítero; em segundo lugar acompanha e serve o diácono, o ministro extraordinário da comunhão, ou outras pessoas que precisam de ser ajudadas durante a celebração. Noutras celebrações, acompanha e serve as pessoas responsáveis por essas mesmas celebrações.
Quando é que o acólito começa a ajudar e a servir o presidente da missa? Quando o bispo ou o presbítero, na sacristia, tomam as suas vestes. Já então o acólito deve estar vestido e pronto, para poder ajudar. Depois, acompanha-os na procissão de entrada, indo à frente. Durante a missa, o acólito está sempre atento ao que o bispo ou o presbítero precisam, para lhes apresentar umas vezes o missal, outras vezes as coisas que eles hão-de colocar no altar, ou para os acompanhar quando vão distribuir a comunhão aos fiéis. Por fim, quando o presidente regressa à sacristia, o acólito vai à sua frente e ajuda-o a tirar as vestes e a guardá-las.
Só depois de tudo isso feito é que o acólito pensa em si próprio. No fim de ter ajudado o presidente da celebração, também ele tira a sua túnica e a guarda. Enquanto faz tudo isso, agradece a Jesus por ter estado a servi-lo na pessoa dos seus ministros, e pode lembrar-se daquela palavra do Senhor: "Tudo aquilo que fizestes a um dos meus irmãos, mesmo aos mais pequenos, foi a mim que o fizestes."
Podemos então dizer que o acólito, desde o princípio até ao fim da missa, acompanha, ajuda e serve o próprio Jesus. Ele não o vê com os seus olhos; mas a fé ensina-o. Um verdadeiro acólito vai descobrindo isto cada vez mais. Se um acólito não o descobre, corre o risco de se cansar de ser acólito. Mas se o descobre e acredita nisso, então vai desejar sempre ser escolhido para acólito, em cada missa.
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Da Vocação
Vocação... 
A Vocação pode ser explicada de uma forma metafórica :
"Certo dia um jovem rapaz encontrou um mapa perto de uma montanha que ficava perto da pequena cidade que morava , era um mapa antigo porém bem conservado, ele tomou aquele mapa nas mãos e percebeu que o mapa se parecia muito com a representação geográfica do relevo da região, também notou um tracejo pontilhado que ligava o desenho denominado "Casa-Grande" até um "X" desenhado. Lembrou-se, então, da "Velha Casa-Grande", património da cidade e pensou: ¬ Será que esse mapa me revelaria algum tesouro escondido ?
Então pensou muito bem e tomou a decisão de que no outro dia, bem cedo, antes do sol nascer acordaria e iniciaria sua busca pelo tão imaginado tesouro.
No outro dia, meia hora antes do planejado, o jovem se acordou e foi se preparar, sua ânsia era tamanha que ele quase não dormiu na noite anterior. Assim, então, ele seguiu, seu primeiro passo se daria na "Velha Casa-Grande", chegou então ao primeiro ponto lá observou todas as dicas que o mapa apresentava e seguiu correndo, porém sem tirar os olhos do mapa, rumo ao local marcado. Ao chegar lá, ele tomou sua pá nas mãos e começou a cavar o ponto cuidadosamente estudado. E Enquanto cavava, ele ia imaginando qual seria o tesouro, seria por acaso moedas de ouro, ou quem sabe diamantes ou ainda obras de arte antigas; enquanto pensava qual seria o tesouro ele sentiu como se a pá batera em algo sólido, viu então que se tratava de um baú de madeira mas bem trabalhado e com partes de metal que aparentavam ser ouro e prata. Poi-se, então, a pensar novamente: "se o baú é tão belo imagina o que ele guarda então...". Pegou então o baú e percebeu que não tinha chave, mas logo viu que tinha um mapa desenhado em baixo do baú que levava de volta para a Casa-Grande.
Então voltou à "Velha Casa-Grande", encontrou a chave que estava escondida atrás de uma coluna de mármore e finalmente abriu o baú. Mas não havia nada lá, além de um papel. "Não entendo !", disse ele, "de que serve um baú tão belo e esconde-lo tão secretamente se nele só há um papel ?". Resolveu que iria abrir o envelope, aliás era bonito e todo decorado. Abriu, e viu que o papel contido nele era semelhante aos primórdios papiros, era rústico, grosseiro como se fosse feito por mãos humanas mas sem muita preocupação com a beleza externa, nele havia escrito estas palavras :

A Vocação pode ser explicada de uma forma metafórica :
"Certo dia um jovem rapaz encontrou um mapa perto de uma montanha que ficava perto da pequena cidade que morava , era um mapa antigo porém bem conservado, ele tomou aquele mapa nas mãos e percebeu que o mapa se parecia muito com a representação geográfica do relevo da região, também notou um tracejo pontilhado que ligava o desenho denominado "Casa-Grande" até um "X" desenhado. Lembrou-se, então, da "Velha Casa-Grande", património da cidade e pensou: ¬ Será que esse mapa me revelaria algum tesouro escondido ?
Então pensou muito bem e tomou a decisão de que no outro dia, bem cedo, antes do sol nascer acordaria e iniciaria sua busca pelo tão imaginado tesouro.
No outro dia, meia hora antes do planejado, o jovem se acordou e foi se preparar, sua ânsia era tamanha que ele quase não dormiu na noite anterior. Assim, então, ele seguiu, seu primeiro passo se daria na "Velha Casa-Grande", chegou então ao primeiro ponto lá observou todas as dicas que o mapa apresentava e seguiu correndo, porém sem tirar os olhos do mapa, rumo ao local marcado. Ao chegar lá, ele tomou sua pá nas mãos e começou a cavar o ponto cuidadosamente estudado. E Enquanto cavava, ele ia imaginando qual seria o tesouro, seria por acaso moedas de ouro, ou quem sabe diamantes ou ainda obras de arte antigas; enquanto pensava qual seria o tesouro ele sentiu como se a pá batera em algo sólido, viu então que se tratava de um baú de madeira mas bem trabalhado e com partes de metal que aparentavam ser ouro e prata. Poi-se, então, a pensar novamente: "se o baú é tão belo imagina o que ele guarda então...". Pegou então o baú e percebeu que não tinha chave, mas logo viu que tinha um mapa desenhado em baixo do baú que levava de volta para a Casa-Grande.
Então voltou à "Velha Casa-Grande", encontrou a chave que estava escondida atrás de uma coluna de mármore e finalmente abriu o baú. Mas não havia nada lá, além de um papel. "Não entendo !", disse ele, "de que serve um baú tão belo e esconde-lo tão secretamente se nele só há um papel ?". Resolveu que iria abrir o envelope, aliás era bonito e todo decorado. Abriu, e viu que o papel contido nele era semelhante aos primórdios papiros, era rústico, grosseiro como se fosse feito por mãos humanas mas sem muita preocupação com a beleza externa, nele havia escrito estas palavras :
"Mesmo que um homem tenha todas as riquezas, e todo o poder que um ser humano vivente pode ter, ele, nada seria sem o amor, e não há amor maior do que o de Deus e esse amor é transmitido através de duas coisas cujas o demonio não conhece, se não por nome, e as teme que se chamam humildade e Caridade"
Assim é a vocação um tesouro que temos que descobrir, mas nós antes mesmo de procurá-lo imaginamos o que será, se vai ser glorioso, ou doloroso. Mas de uma coisa tenha certeza: você não vai descobrir sua vocação se ficar parado sem tomar uma atitude e procurá-la. Você tem o mapa( A Bíblia), a Casa-Grande( A Igreja), só lhe resta encontrar a pá( Um Grupo de ORAÇÃO) que vai te ajudar a retirar toda a terra que a esconde.
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
As Nuvens do fim da Tarde

"Quando o dia terminava, e a noite despejava seus primeiros tons de sombra, eu me sentei na varanda de casa, puxei meu caderno da escola e lembrei-me de meus amigos: 'como foi bom este ano'. como foi bom ter desfrutado de cada momento com muitos destes, a cada sorriso, a cada boa tarde, a cada vez que sem medo olhei para a garota que sentava ao meu lado e disse, sem medo, e de uma forma fraternal : "Eu te amo !". Ah ! que pena que já concluímos nossos estudos se bem que o que nos fazia voltar para o colégio era simplesmente a nossa AMIZADE.
Que bom Senhor, que bom que tu colocaste em minha vida estas pessoas ! Eu acho engraçado como Deus nos leva a pessoas tão especiais para nós, assim como o vento leva as nuvens no fim da tarde, coloridas e em um movimento lento e constante que parece ate serem eternas como se fossem ficar ali para sempre, mas é preciso apenas alguns minutos para vermos que já se foram as nuvens, que já se foi a tarde, que já se foram os amigos mas não se foi a amizade"
(Robson Nunes)
(dedicado a: Camila Lira, Nickson, Leão,Aline,Isadora,Bianca e Os Indivisíveis, especialmente : Lorena e Jeissy)
Que bom Senhor, que bom que tu colocaste em minha vida estas pessoas ! Eu acho engraçado como Deus nos leva a pessoas tão especiais para nós, assim como o vento leva as nuvens no fim da tarde, coloridas e em um movimento lento e constante que parece ate serem eternas como se fossem ficar ali para sempre, mas é preciso apenas alguns minutos para vermos que já se foram as nuvens, que já se foi a tarde, que já se foram os amigos mas não se foi a amizade"
(Robson Nunes)
(dedicado a: Camila Lira, Nickson, Leão,Aline,Isadora,Bianca e Os Indivisíveis, especialmente : Lorena e Jeissy)
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
Projeto do Pai...(poema)
Então me encontrei reflectindo, com os olhos fixos no horizonte, sentido a brisa tocar meu rosto como se o próprio Deus estivesse me beijando a face, visava o horizonte que deixei para trás, quantas histórias fiz, quantos problemas passei e quantos venci. Mas algo me chamou a atenção: como Deus tinha traçado meu caminho a caminhos de tantos outros q encontrei durante o percurso, alguns que até segundo a "sabedoria" dos homens deveriam ser tidos como meus inimigos por uma questão de Doutrinas; mas eu percebi que Deus tinha olhado pra mim através daquele sol escaldante, que me revelava claramente quais eram as diferenças e igualdades daquela pessoa em relação a mim, e Ele me ensinou a amar através do olhar, a olhar aquilo que nos torna iguais, amigos e irmãos. E só existe algo que torna santos e pecadores totalmente iguais: O Olhar de Deus.
E com esse olhar pude ver em ti, os olhos do Pai. E percebi que quão preciosos são os meus amigos e irmãos que o Nosso Pai me fez encontrar.
E com esse olhar pude ver em ti, os olhos do Pai. E percebi que quão preciosos são os meus amigos e irmãos que o Nosso Pai me fez encontrar.
(Robinho)
(Dedicado a : todos meus amigos cristãos, especialmente Danny,Manaara,Mª Eunice, Lili,Paloma,Sara,Andressa e Andréa)
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terça-feira, 20 de janeiro de 2009
O Acólito
A palavra acólito vem do verbo acolitar, que significa acompanhar no caminho. Dado que se pode acompanhar alguém indo à frente, ao lado ou atrás de outras pessoas, acólito é aquele ou aquela que, na celebração da liturgia, precede, vai ao lado ou segue outras pessoas, para as servir e ajudar.
Quem é que o acólito acompanha e serve? Em primeiro lugar acompanha e serve o presidente da celebração da missa, que tanto pode ser o bispo como o presbítero; em segundo lugar acompanha e serve o diácono, o ministro extraordinário da comunhão, ou outras pessoas que precisam de ser ajudadas durante a celebração. Noutras celebrações, acompanha e serve as pessoas responsáveis por essas mesmas celebrações.
Quando é que o acólito começa a ajudar e a servir o presidente da missa? Quando o bispo ou o presbítero, na sacristia, tomam as suas vestes. Já então o acólito deve estar vestido e pronto, para poder ajudar. Depois, acompanha-os na procissão de entrada, indo à frente. Durante a missa, o acólito está sempre atento ao que o bispo ou o presbítero precisam, para lhes apresentar umas vezes o missal, outras vezes as coisas que eles hão-de colocar no altar, ou para os acompanhar quando vão distribuir a comunhão aos fiéis. Por fim, quando o presidente regressa à sacristia, o acólito vai à sua frente e ajuda-o a tirar as vestes e a guardá-las.
Só depois de tudo isso feito é que o acólito pensa em si próprio. No fim de ter ajudado o presidente da celebração, também ele tira a sua túnica e a guarda. Enquanto faz tudo isso, agradece a Jesus por ter estado a servi-lo na pessoa dos seus ministros, e pode lembrar-se daquela palavra do Senhor: "Tudo aquilo que fizestes a um dos meus irmãos, mesmo aos mais pequenos, foi a mim que o fizestes."
Podemos então dizer que o acólito, desde o princípio até ao fim da missa, acompanha, ajuda e serve o próprio Jesus. Ele não o vê com os seus olhos; mas a fé ensina-o. Um verdadeiro acólito vai descobrindo isto cada vez mais. Se um acólito não o descobre, corre o risco de se cansar de ser acólito. Mas se o descobre e acredita nisso, então vai desejar sempre ser escolhido para acólito, em cada missa.
Quem é que o acólito acompanha e serve? Em primeiro lugar acompanha e serve o presidente da celebração da missa, que tanto pode ser o bispo como o presbítero; em segundo lugar acompanha e serve o diácono, o ministro extraordinário da comunhão, ou outras pessoas que precisam de ser ajudadas durante a celebração. Noutras celebrações, acompanha e serve as pessoas responsáveis por essas mesmas celebrações.
Quando é que o acólito começa a ajudar e a servir o presidente da missa? Quando o bispo ou o presbítero, na sacristia, tomam as suas vestes. Já então o acólito deve estar vestido e pronto, para poder ajudar. Depois, acompanha-os na procissão de entrada, indo à frente. Durante a missa, o acólito está sempre atento ao que o bispo ou o presbítero precisam, para lhes apresentar umas vezes o missal, outras vezes as coisas que eles hão-de colocar no altar, ou para os acompanhar quando vão distribuir a comunhão aos fiéis. Por fim, quando o presidente regressa à sacristia, o acólito vai à sua frente e ajuda-o a tirar as vestes e a guardá-las.
Só depois de tudo isso feito é que o acólito pensa em si próprio. No fim de ter ajudado o presidente da celebração, também ele tira a sua túnica e a guarda. Enquanto faz tudo isso, agradece a Jesus por ter estado a servi-lo na pessoa dos seus ministros, e pode lembrar-se daquela palavra do Senhor: "Tudo aquilo que fizestes a um dos meus irmãos, mesmo aos mais pequenos, foi a mim que o fizestes."
Podemos então dizer que o acólito, desde o princípio até ao fim da missa, acompanha, ajuda e serve o próprio Jesus. Ele não o vê com os seus olhos; mas a fé ensina-o. Um verdadeiro acólito vai descobrindo isto cada vez mais. Se um acólito não o descobre, corre o risco de se cansar de ser acólito. Mas se o descobre e acredita nisso, então vai desejar sempre ser escolhido para acólito, em cada missa.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Da Vocação
Vocação... 
A Vocação pode ser explicada de uma forma metafórica :
"Certo dia um jovem rapaz encontrou um mapa perto de uma montanha que ficava perto da pequena cidade que morava , era um mapa antigo porém bem conservado, ele tomou aquele mapa nas mãos e percebeu que o mapa se parecia muito com a representação geográfica do relevo da região, também notou um tracejo pontilhado que ligava o desenho denominado "Casa-Grande" até um "X" desenhado. Lembrou-se, então, da "Velha Casa-Grande", património da cidade e pensou: ¬ Será que esse mapa me revelaria algum tesouro escondido ?
Então pensou muito bem e tomou a decisão de que no outro dia, bem cedo, antes do sol nascer acordaria e iniciaria sua busca pelo tão imaginado tesouro.
No outro dia, meia hora antes do planejado, o jovem se acordou e foi se preparar, sua ânsia era tamanha que ele quase não dormiu na noite anterior. Assim, então, ele seguiu, seu primeiro passo se daria na "Velha Casa-Grande", chegou então ao primeiro ponto lá observou todas as dicas que o mapa apresentava e seguiu correndo, porém sem tirar os olhos do mapa, rumo ao local marcado. Ao chegar lá, ele tomou sua pá nas mãos e começou a cavar o ponto cuidadosamente estudado. E Enquanto cavava, ele ia imaginando qual seria o tesouro, seria por acaso moedas de ouro, ou quem sabe diamantes ou ainda obras de arte antigas; enquanto pensava qual seria o tesouro ele sentiu como se a pá batera em algo sólido, viu então que se tratava de um baú de madeira mas bem trabalhado e com partes de metal que aparentavam ser ouro e prata. Poi-se, então, a pensar novamente: "se o baú é tão belo imagina o que ele guarda então...". Pegou então o baú e percebeu que não tinha chave, mas logo viu que tinha um mapa desenhado em baixo do baú que levava de volta para a Casa-Grande.
Então voltou à "Velha Casa-Grande", encontrou a chave que estava escondida atrás de uma coluna de mármore e finalmente abriu o baú. Mas não havia nada lá, além de um papel. "Não entendo !", disse ele, "de que serve um baú tão belo e esconde-lo tão secretamente se nele só há um papel ?". Resolveu que iria abrir o envelope, aliás era bonito e todo decorado. Abriu, e viu que o papel contido nele era semelhante aos primórdios papiros, era rústico, grosseiro como se fosse feito por mãos humanas mas sem muita preocupação com a beleza externa, nele havia escrito estas palavras :

A Vocação pode ser explicada de uma forma metafórica :
"Certo dia um jovem rapaz encontrou um mapa perto de uma montanha que ficava perto da pequena cidade que morava , era um mapa antigo porém bem conservado, ele tomou aquele mapa nas mãos e percebeu que o mapa se parecia muito com a representação geográfica do relevo da região, também notou um tracejo pontilhado que ligava o desenho denominado "Casa-Grande" até um "X" desenhado. Lembrou-se, então, da "Velha Casa-Grande", património da cidade e pensou: ¬ Será que esse mapa me revelaria algum tesouro escondido ?
Então pensou muito bem e tomou a decisão de que no outro dia, bem cedo, antes do sol nascer acordaria e iniciaria sua busca pelo tão imaginado tesouro.
No outro dia, meia hora antes do planejado, o jovem se acordou e foi se preparar, sua ânsia era tamanha que ele quase não dormiu na noite anterior. Assim, então, ele seguiu, seu primeiro passo se daria na "Velha Casa-Grande", chegou então ao primeiro ponto lá observou todas as dicas que o mapa apresentava e seguiu correndo, porém sem tirar os olhos do mapa, rumo ao local marcado. Ao chegar lá, ele tomou sua pá nas mãos e começou a cavar o ponto cuidadosamente estudado. E Enquanto cavava, ele ia imaginando qual seria o tesouro, seria por acaso moedas de ouro, ou quem sabe diamantes ou ainda obras de arte antigas; enquanto pensava qual seria o tesouro ele sentiu como se a pá batera em algo sólido, viu então que se tratava de um baú de madeira mas bem trabalhado e com partes de metal que aparentavam ser ouro e prata. Poi-se, então, a pensar novamente: "se o baú é tão belo imagina o que ele guarda então...". Pegou então o baú e percebeu que não tinha chave, mas logo viu que tinha um mapa desenhado em baixo do baú que levava de volta para a Casa-Grande.
Então voltou à "Velha Casa-Grande", encontrou a chave que estava escondida atrás de uma coluna de mármore e finalmente abriu o baú. Mas não havia nada lá, além de um papel. "Não entendo !", disse ele, "de que serve um baú tão belo e esconde-lo tão secretamente se nele só há um papel ?". Resolveu que iria abrir o envelope, aliás era bonito e todo decorado. Abriu, e viu que o papel contido nele era semelhante aos primórdios papiros, era rústico, grosseiro como se fosse feito por mãos humanas mas sem muita preocupação com a beleza externa, nele havia escrito estas palavras :
"Mesmo que um homem tenha todas as riquezas, e todo o poder que um ser humano vivente pode ter, ele, nada seria sem o amor, e não há amor maior do que o de Deus e esse amor é transmitido através de duas coisas cujas o demonio não conhece, se não por nome, e as teme que se chamam humildade e Caridade"
Assim é a vocação um tesouro que temos que descobrir, mas nós antes mesmo de procurá-lo imaginamos o que será, se vai ser glorioso, ou doloroso. Mas de uma coisa tenha certeza: você não vai descobrir sua vocação se ficar parado sem tomar uma atitude e procurá-la. Você tem o mapa( A Bíblia), a Casa-Grande( A Igreja), só lhe resta encontrar a pá( Um Grupo de ORAÇÃO) que vai te ajudar a retirar toda a terra que a esconde.
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
As Nuvens do fim da Tarde

"Quando o dia terminava, e a noite despejava seus primeiros tons de sombra, eu me sentei na varanda de casa, puxei meu caderno da escola e lembrei-me de meus amigos: 'como foi bom este ano'. como foi bom ter desfrutado de cada momento com muitos destes, a cada sorriso, a cada boa tarde, a cada vez que sem medo olhei para a garota que sentava ao meu lado e disse, sem medo, e de uma forma fraternal : "Eu te amo !". Ah ! que pena que já concluímos nossos estudos se bem que o que nos fazia voltar para o colégio era simplesmente a nossa AMIZADE.
Que bom Senhor, que bom que tu colocaste em minha vida estas pessoas ! Eu acho engraçado como Deus nos leva a pessoas tão especiais para nós, assim como o vento leva as nuvens no fim da tarde, coloridas e em um movimento lento e constante que parece ate serem eternas como se fossem ficar ali para sempre, mas é preciso apenas alguns minutos para vermos que já se foram as nuvens, que já se foi a tarde, que já se foram os amigos mas não se foi a amizade"
(Robson Nunes)
(dedicado a: Camila Lira, Nickson, Leão,Aline,Isadora,Bianca e Os Indivisíveis, especialmente : Lorena e Jeissy)
Que bom Senhor, que bom que tu colocaste em minha vida estas pessoas ! Eu acho engraçado como Deus nos leva a pessoas tão especiais para nós, assim como o vento leva as nuvens no fim da tarde, coloridas e em um movimento lento e constante que parece ate serem eternas como se fossem ficar ali para sempre, mas é preciso apenas alguns minutos para vermos que já se foram as nuvens, que já se foi a tarde, que já se foram os amigos mas não se foi a amizade"
(Robson Nunes)
(dedicado a: Camila Lira, Nickson, Leão,Aline,Isadora,Bianca e Os Indivisíveis, especialmente : Lorena e Jeissy)
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
Projeto do Pai...(poema)
Então me encontrei reflectindo, com os olhos fixos no horizonte, sentido a brisa tocar meu rosto como se o próprio Deus estivesse me beijando a face, visava o horizonte que deixei para trás, quantas histórias fiz, quantos problemas passei e quantos venci. Mas algo me chamou a atenção: como Deus tinha traçado meu caminho a caminhos de tantos outros q encontrei durante o percurso, alguns que até segundo a "sabedoria" dos homens deveriam ser tidos como meus inimigos por uma questão de Doutrinas; mas eu percebi que Deus tinha olhado pra mim através daquele sol escaldante, que me revelava claramente quais eram as diferenças e igualdades daquela pessoa em relação a mim, e Ele me ensinou a amar através do olhar, a olhar aquilo que nos torna iguais, amigos e irmãos. E só existe algo que torna santos e pecadores totalmente iguais: O Olhar de Deus.
E com esse olhar pude ver em ti, os olhos do Pai. E percebi que quão preciosos são os meus amigos e irmãos que o Nosso Pai me fez encontrar.
E com esse olhar pude ver em ti, os olhos do Pai. E percebi que quão preciosos são os meus amigos e irmãos que o Nosso Pai me fez encontrar.
(Robinho)
(Dedicado a : todos meus amigos cristãos, especialmente Danny,Manaara,Mª Eunice, Lili,Paloma,Sara,Andressa e Andréa)
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